Transformação em movimento.
Através da astrologia, da mentoria e de viagens imersivas, guio pessoas em transição a encontrarem clareza, verdade e presença.
Não para fugirem do mundo, mas para se voltarem a ouvir dentro dele.

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Miriam Augusto

  /  Partilha Pessoal   /  A pergunta que te assombra às 3 da manhã

Dói demais. Saber que há algo em ti que quer nascer… e não saber por onde começar.

Miriam Augusto

Há uma versão tua que só acorda quando o mundo adormece.

A versão que ninguém vê.
A versão que ninguém ouve.
A versão que só fala contigo… às 3 da manhã.

É ela que te pergunta, no silêncio:
“Por que é que eu continuo a sentir que não estou no sítio certo da minha vida?”

E logo a seguir, aquela pergunta que te rasga por dentro:
“O que é que está errado comigo?”

Não dizes isto a ninguém.
Por fora estás “funcional”.
Por dentro estás exausta.

Exausta de te esforçar.
Exausta de recomeçar.
Exausta de esperar que “um dia tudo encaixe”.

Porque a verdade crua é esta:
Tu sentes o teu potencial.
Sabes que há mais.
Sabes que não vieste para viver assim.

Presa, desalinhada, cansada de tentar.

Dói demais.
Saber que há algo em ti que quer nascer… e não saber por onde começar.

Às 3 da manhã, quando acordas a meio da noite, a tua mente corre assim:
— “Eu devia estar mais longe.”
— “Eu devia sentir-me diferente.”
— “Eu devia ter rumo.”
— “Eu devia conseguir.”

E depois surge o medo que nunca dizes em voz alta:
“E se eu nunca encontrar o meu lugar?”

Mesmo rodeada de gente, sentes-te sozinha.
Sentes que ninguém te vê verdadeiramente.
Que ninguém percebe o que estás a atravessar.

E no fundo, só querias isto:

ser vista com verdade
ser guiada, com presença.
ser ajudada a encontrar clareza.

Se pudesses enviar uma mensagem às 3 da manhã, seria esta:
“Podes ajudar-me a perceber onde estou e para onde é que a minha alma me está a puxar?”

Mas não envias.
Porque tens medo de ser fraca.
Tens medo de incomodar.
Tens medo de ser “demasiado”.

Eu vejo-te.
E digo-te o que ninguém te disse:
Não é falha.
Não é preguiça.
Não é incapacidade.

Tu estás simplesmente sem mapa.
E é aqui que o teu caminho começa a mudar.

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Foto de capa de Emily Morter na Unsplash

Acredito que a verdadeira transformação não tem bilhete de regresso. Viajei o mundo e atravessei tempestades internas: depressões, burnout, mudanças de direção, despedidas de projetos. Em cada um desses momentos, a viagem foi o meu espelho, o meu guia e a minha medicina. Criei agências, vendi sonhos, vivi em Bali, surfei as minhas sombras e reencontrei a minha voz. Hoje, guio experiências de regresso à tua essência através da astrologia, da mentoria e de viagens que, mais do que mostrarem o mundo, te ajudam a veres-te a ti.